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Lives ImPrEP: o olhar dos educadores e educadoras de pares

Um dos principais pilares do ImPrEP na busca pela ampla implementação da  profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP) no país, os educadores e educadoras de pares (EPs) são responsáveis na construção do diálogo direto com as populações-alvo do projeto – gays e outros homens que fazem sexo com homens, travestis e pessoas trans – e sua ligação com os serviços de saúde.  Para conhecer melhor essa relação, bem como dialogar, interagir, informar e tirar dúvidas sobre PrEP, prevenção combinada e outras infecções sexualmente transmissíveis, o ImPrEP promoverá uma série de lives tendo os EPs como protagonistas.

Serão encontros mensais, às terças-feiras, às 19h, veiculados pela página do ImPrEP no Facebook (@imprepbrasil), sempre contando com mediação dos coordenadores comunitários do estudo e pontuais participações de especialistas e /ou participantes do estudo. O primeiro encontro será no próximo dia 17 de novembro abordando “A estratégia da educação de pares na implementação da PrEP” e contará com a presença de EPs dos 11 centros de estudo do ImPrEP localizados em Brasília, Campinas, Florianópolis, Manaus, Niterói, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Outros temas e datas previstos são: Ativismo na luta contra a Aids (1/12/20), PrEP e pessoas trans (26/1/20) PrEP e HSH (23/2), Redução de danos e chemsex (sexo químico) (16/3), Autotestagem de HIV como  estratégia  no contexto da prevenção combinada (13/4), Criação de ambientes favoráveis (18/5) e Estratégia de educação de pares para populações periféricas (8/6). “As lives serão uma excelente oportunidade para que as pessoas não apenas saibam mais sobre o universo da PrEP e da prevenção combinada ao HIV como também conheçam a importância do trabalho dos EPs num estudo de demonstração como o ImPrEP”, afirma Júlio Moreira, coordenador comunitário do projeto para a população HSH.

A coordenadora comunitária para a população trans, Alessandra Ramos, complementa: “Queremos que esses encontros virtuais cheguem além dos públicos-alvo e participantes do projeto, alcançando jovens, usuários de PrEP em geral, negros e negras, pessoas em situação de pobreza e vulnerabilidade social, profissionais de saúde, membros da sociedade civil organizada, em especial dos movimentos LGBTI+ e HIV/Aids, entre outros”.